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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Tuca e o album “Dez Anos Depois” da Nara Leão


A música “Samba de Uma Nota Só”
do album “Dez Anos Depois” (1971)
está no Rádio Martoni ‘08
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Quem tambem estava em Paris era a Nara Leão que saiu do Brasil por problemas politicos.
A “Eterna Musa da Bossa Nova” fez junto com Tuca o seu melhor album.
No mesmo ano em que foi lançado “Le Question” de Francoise Hardy saiu tambem o album “Dez Anos Depois” de Nara Leão com somente composições de Antonio Carlos Jobim.
"Dez Anos Depois" é um dos melhores albuns de Bossa Nova que já foi feito.
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Faixas:
01 - Insensatez
02 - Samba de Uma Nota Só
03 - Retrato Em Branco E Prêto
04 - Corcovado
05 - Garôta de Ipanema
06 - Pois é
07 - Chega de Saudade
08 - Bonita
09 - Você E Eu
10 - Fotografia
11 - O Grande Amor
12 - Estrada Do Sol
13 - Por Tôda Minha
14 - Desafinado
15 - Minha Namorada
16 - Rapaz de Bem
17 - Vou Por Al
18 - O Amor Em Paz
19 - Sabia
20 - Meditação
21 - Prima Vera
22 - Este Seu Olhar
23 - Outra Vez
24 - Demais
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Provavelmente foram lancados mais compactos da Tuca durante o tempo que ela morou na França. Acredito que um destes compactos é Tuca “Xangõ” et “Umbanda”, mas não achei informaçòes sobre este disco.
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Samba de Uma Nota Só é uma composição de Antonio Carlos Jobim mundialmente conhecida. Vamos escutar a Nara cantando esta música acompanhada pela Tuca no violão, para isso vai para Rádio Martoni lá em cima.
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Aqui a letra.
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Samba de Uma Nota Só
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Eis aqui este sambinha
Feito numa nota só
Outras notas vão entrar
Mas a base é uma só
Esta outra é consequência
Do que acabo de dizer
Como eu sou a consequência
Inevitável de você

Quanta gente existe por aí
Que fala tanto e não diz nada Ou quase nada
Já me utilizei de toda a escala
E no final não sobrou nada
Não deu em nada

E voltei prá minha nota
Como eu volto prá você
Vou cantar com a minha nota Como eu gosto de você
E quem quer todas as notas Ré, mi, fá, sol, lá, si, dó
Fica sempre sem nenhuma
Fique numa nota só!

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Seguimos com Tuca no proximo post

terça-feira, 24 de março de 2009

Tuca e o melhor album de Françoise Hardy


A música “Le Martien”
do album “Le Question” (1971)
está no
Rádio Martoni ‘08
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Depois que a Tuca foi morar em Paris ela encontrou com Françoise Hardy, as duas ficaram amigas.

Em 1971 saiu o album da Françoise Hardy com titulo “La Question”.
A maioria das músicas deste album foram compostas por Tuca como mostram a ficha técnica e o tracklist, a Tuca tambem toca violão na maioria das músicas.
Este album por muitos é considerado o melhor album da Françoise Hardy.
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Ficha Tecnica:



Faixas:

Viens (Bilat/Tuca)
Question (Hardy/Tuca)
Meme Sous la Pluie (du Pac/Tuca)
Chanson d’O (Tuca)
Le Martien (Gerald/Tuca)
Mer (Hardy/Tuca)
Oui Je Dis Adieu (Hardy/Tuca)
Doigts (Hardy)
La Maison (G.G./Tuca)
Si Mi Caballero (Gerald/Tuca)
Bati Mon Nid (Gerald/Tuca)
Reve (Hardy/Taiguara)
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É interessante para ver que a ultima música do album não tem a Tuca como compositor mas um outro Brasileiro, o Taiguara.
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Deste album escolhi a música de n° 5, Le Martien, para colocar no Rádio Martoni, prestem atenção para o violão da Tuca.

Le Martien

dans le ciel
un soleil rouge
qui attend
et soudain
un homme étrange
qui descend
qui se doutera
que ce Martien
a bravé l'espace
pour me demander ma main

dans le ciel
le soleil rouge
reparti
mais il brille
sur la grisaille
de ma vie
qui m'accordera
dans sa pensée
l'auréole de gloire
qu'alors je mériterai

quand le soleil rouge reviendra
et loin de la terre m'emmènera
loin de la terre m'emmènera
loin de la terre m'emmènera
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Vamos seguir com Tuca no proximo post
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quinta-feira, 19 de março de 2009

Tuca na Europa



Com certeza sairam varios outros discos com músicas da Tuca na epoca até 1969 que eu não achei durante as minhas pesquisas na internet. Encontrei alguma informação do LP "O Maximo do Sucesso da Música Popular Brasileira" com músicas de Tuca, Elis Regina e outros com as seguintes faixas:

01 Lapinha (Elis Regina)
02 Frevo Rasgado (Gilberto Gil)
03 Januaria (Claudette)
04 Quem Derá (MPB-4)
05 Até Segunda-Feira (Jair)
06 E Nada Mais (Agora 4)
07 Viola Enluarada (Jair)
08 Eu E A Brisa (Márcia)
09 Madrugada (Magda)
10 Verde (Tuca)
11 Retrato Em Branco e Preto (Quarteto Em Cy)
12 Samba da Benção (Elis Regina Na "OLYMPIA". De Paris,ao Vivo)

Talvez algum amigo do Rádio Forma & Elenco possa fornecer mais detalhes.

Em 1969 Tuca foi morar na França.
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Em 1970 ela gravou para a gravadora Philips um compacto em Francês e Italiano



Faixas:

Negro Negrito
Que C´est bom L´amour

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Este compacto saiu tambem na Italia com titulo Negro Negrito Pedro



Faixas:

Negro Negrito Pedro
Questo e L’amore

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No proximo post continuamos com Tuca




terça-feira, 17 de março de 2009

Eu Tuca - 1968

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Tuca participou ainda do III Festival Nacional da Música Popular em São Paulo onde ficou em 3° lugar, cantando com a cantora Stella Maris a canção Paixão Segundo O Amor da sua autoria.

Convidada pelo Itamaraty, participou, ao lado de Gilberto Gil e do Jongo Trio, da Semana de Arte Brasileira, realizada na África.

Em 1968 lançou seu segundo album Eu Tuca.

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Faixas:

Atire a Primeira Pedra
Cuidado, Malandro
O Cavaleiro e A Virgem
Frevo
Seresta
Não Fale Alto, Fale Baixo
Verde
O Cavaleiro Das Màos Tào Frias
Curare
Passarinho Da Lagoa
Até Quarta-Feira - Carnaval Pra Valer
Abstrato n° 1

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Aguardem o proximo post, tambem sobre Tuca.
Martoni
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sábado, 14 de março de 2009

Tuca - Meu Eu



A música “Homen de Verdade”
do album "Meu Eu" (1966)
está no Rádio Martoni ‘08

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Uma artista Brasileira quase desconhecida e muitas vezes esquecida é a compositora e cantora Tuca, nome verdadeiro Valeniza Zagni da Silva.

Tuca nasceu 17/10/1944 em São Paulo
Formou-se em música erudita pelo Conservatório Paulista no ano de 1957.

A primeira gravação de uma canção de sua autoría em disco foi "Homem de Verdade", cantado pela cantora Ana Lúcia, no ano 1962.

Na decada de 1960 Tuca participou de muitos festivais.
No Festival Nacional de Música Popular da TV Excelsior (SP) em 1966, ficou em primeiro lugar cantando com Airto Moreira a música "Porta Estandarte" de Geraldo Vandré e Fernando lona.


Tuca e Airto Moreira 1966

Website de Airto Moreira


Tambem em 1966 participou do I Festival Internacional da Canção da TV Rio, apresentando "Cavaleiro", de sua autoria e Geraldo Vandré, classificada em 2º lugar na fase nacional do festival.

Neste mesmo ano lançou tambem seu primeiro LP com titulo “Meu Eu”



Meu Eu

Faixas:


Curtinha Nº 2, Refrão Guerra e Paz
A Estrada
Medieval-Neo-Clássica
Yemanjá
Aconteceu de Repente
Terra Triste
Xangô, Meu Santo é Forte
Amor e Morte de Um Soldadinho de Chumbo
Meio Sertão Andei
Simplicidade
Cirandando Neo-Clássica
Homen de Verdade

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Homen de Verdade

Homen de verdade
é quem sabe chorar
numa só canção
sua dor de amor


Homen de coragem
é quem sabe perder
e só tem o amor
para se defender... da dor

Vale muito mais
quem não sabe amar
que quem pode amar
e não sabe lutar

Mais quem se perdeu
na noite de si mesmo
Capoeira esqueceu

Homen de verdade
é quem sabe chorar
numa só canção
sua dor de amor

Homen de coragem
é quem sabe perder
e só tem o amor
para se defender... da dor

Vale muito mais
quem não sabe amar
que quem pode amar
e não sabe lutar

Mais quem se perdeu
na noite de si mesmo
Capoeira esqueceu

Só quem tem razão
é quem sabe cair
e perder a razão
só de se levantar

Homen de moral
é quem sabe dar
sem pedir em troca
o que se faça mal

Só é mesmo livre
quem não quer se libertar
do amor tão triste
pois sabe esperar

Mas só tem no pranto
de quem perdeu a paz
e não renunciou
Quem quizer ter paz
tem que saber sofrer
pelo seu amor poder até morer

Só tem braço forte
quem segura a flor
só não cai ao chão
quem sabe olhar pro ceu... e crer

O homen de bem
sabe chorar de amor
e na dor do amor
não para de lutar

Homen vem chegando
dizendo capoeira
que a tristeza terminou

Só tem braço forte
quem segura a flor
só não cai ao chão
quem sabe olhar pro ceu... e crer
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Carnaval no Canecão - Ano 1969



Feliz 69


Até o dia de hoje me lembro o carnaval do ano 1969, o ano em que passei a segunda e terça-feira de carnaval no Rio de Janeiro. Já conhecía O Canecão onde o ano enteiro parecía ser carnaval. Numa das visitas ao Canecão conheci o Jair Rodrigues de quem guarde uma lembrança na forma de um cardápio do Canecão com uma mensagem dele. Agora fiquei sabendo que naquele ano houve uma apresentação da Maysa nesta casa de espetaculo, mas infelizmente naquele tempo eu não sabia quem era Maysa.

O Teu Cabelo Não Nega

...Os grandes bailes de Carnaval! Num tempo em que “brincar o Carnaval” e “fazer uma fantasia” eram frases que tinham um significado cheio de emoção para o carioca, de todos os níveis, que esperava um ano inteiro para realizá-las, o Canecão produziu grandes festas Em 69 nova mudança. Tudo foi reestruturado para a apresentação do memorável espetáculo de Maysa onde foram instalados projetores de cinema e sistemas de som e luz avançadíssimos para a época. Seguiram-se dentro desta mesma estrutura espetáculos que empolgaram multidões. Todos os grandes astros de nossa música pisaram o palco consagrado. Elis Regina, Vinicius, Tom Jobim, Clara Nunes, Eliseth Cardoso, Paulo Gracindo, para citar somente alguns dos nomes que nos deixaram, pois que relacionar todos faria uma lista descomunal.... Leia mais: Rio Lounge

O Índio Quer Apito



.....A Banda do Canecão foi tão bem-aceita no meio musical, que a gravadora PolyGram, em menos de dois anos, lançou nada menos que 18 discos da banda...... Leia mais: Dicionario Cravo Alvin
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Disfarce e Põe a Mão no Meu Coração


Aguardam imagens do carnaval no Brasil e na Holanda de 2009 no Martoni Carnaval



Pierrot

Carnaval tambem foi o assunto do programa de RF&E de 02 de fevereiro de 2008 Carnaval 2008 no Rádio Forma & Elenco
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Um bom carnaval para todos os amigos
Martoni
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domingo, 25 de janeiro de 2009

Antonio Carlos Jobim - Dia de Nascimento e 1° Dia Nacional da Bossa Nova

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Dia 25 de janeiro 2009,
Primeiro Dia Nacional da Bossa Nova no Brasil e
Dia de nascimento do Antonio Carlos Jobim.

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Para encerrar esta semana de Antonio Carlos Jobim no Rádio Forma & Elenco vamos mostrar o Disco de Bolso n° 1, (foram editado somente 2 Discos de Bolso).

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O tom de Antonio Carlos Jobim e o tal de João Bosco.
Esta é a primeira gravação de Águas de Março, com Tom Jobim cantando, feita para a coleção Disco de Bolso, um encarte do semanário carioca O Pasquim. O compacto tem do outro lado Agnus Sei, de João Bosco, que fazia sua estréia em disco.Tom não toca nenhum instrumento, e sua voz deixa transparecer a dificuldade de cantar a letra em um andamento um pouco mais rápido que o das outras gravações que fez mais tarde. Pequenos problemas com a emissão de voz e afinação pouco incomodam os fãs de Tom, e acabam conferindo um charme especial a este momento de grande importância histórica.

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A música “Águas de Março”
do “Disco de Bolso n° 1” (1972)
está no Rádio Martoni ‘08
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Águas de Março - Antonio Carlos Jobim

É pau, é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho
É um caco de vidro
É a vida, é o sol
É a noite, é a morte
É o laço, é o anzol
É peroba do campo
Nó da madeira
Caingá, candeia
É o matita-perê
É madeira de vento
Tombo da ribanceira
É o mistério profundo
É o queira não queira
É o vento ventando
É o fim da ladeira
É a viga, é o vão
Festa da cumeeira
É a chuva chovendo
É conversa, é ribeira das águas de março
É o fim da canseira,
É o pé, é o chão
É a mancha estradeira
Passarinho na mão
Pedra de atiradeira
Uma ave no céu
Uma ave no chão
É um regato, é uma fonte
É um pedaço de pão
É o fundo do poço
É o fim do caminho
No rosto, o desgosto
É um pouco sozinho
É o estrepe, é emprego
É uma ponta é um ponto
É um pingo pingando
É uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto
É uma prata brilhando
É a luz da manhã
É o tijolo chegando
É alinha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana
Estilhaços na estrada
É o projeto da casa
É o corpo na cama
É o carro enguiçado
É a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte
É um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida do teu coração
É pau, é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinha
É uma cobra, é um pau
É João, é José
É o espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte
É um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho
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sábado, 24 de janeiro de 2009

Antonio Carlos Jobim - Carta ao Tom


Carta ao Tom 74: Vinicius de Moraes, Toquinho e Quarteto em Cy
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Em "Carta ao Tom 74", música composta com Toquinho, Vinicius de Moraes se expressa com uma certa melancolia ao relembrar um momento marcante de sua vida, os ensaios de gravação do LP Canção do Amor Demais: "Rua Nascimento Silva 107, voce ensinando pra Elizete as canções de Canção do Amor Demais/Lembra que tempo feliz ai, que saudade/Ipanema era só felicidade/era como se o amor morresse em paz".
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A música “Carta ao Tom 74”
do album “Toquinho & Vinicius” (1974)
está no Rádio Martoni '08
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Assistam tambem o video Carta ao Tom (com a participação do Tom) no Martoni Videos
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Carta ao Tom 74

Rua Nascimento Silva cento e sete
Você ensinando pra Elizeth
As canções
De canção do amor demais
Lembra que tempo feliz
Ah! Que saudade
Ipanema era só felicidade
Era como se o amor
Doesse em paz
Nossa famosa garota nem sabia
A que ponto a cidade turvaria
Esse Rio de amor que se perdeu
Mesmo a tristeza da gente era mais bela
E além disso se via da janela
Um cantinho do céu e Redentor
É meu amigo, só resta uma certeza
É preciso acabar com essa tristeza
É preciso inventar de novo o amor
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Rua Nascimento Silva cento e sete
Você ensinando pra Elizeth
As canções
De canção do amor demais
Lembra que tempo feliz
Ah! Que saudade
Ipanema era só felicidade
Era como se o amor
Doesse em paz
Nossa famosa garota nem sabia
A que ponto a cidade turvaria
Esse Rio de amor que se perdeu
Mesmo a tristeza da gente era mais bela
E além disso se via da janela
Um cantinho do céu e Redentor
É meu amigo, só resta uma certeza
É preciso acabar com essa tristeza
É preciso inventar de novo o amor
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Antonio Carlos Jobim - Por Tôda Minha Vida por Lenita Bruno

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Do album Por Tôda Minha Vida todas as músicas são do Tom Jobim com letra de Vinicius de Moraes.
A partitura da "Eu não existo sem você", em manuscrito de Tom Jobim, foi encontrada pelo Clube do Tom entre os arranjos do maestro Leo Peracchi para o LP "Por toda minha vida", com a cantora Lenita Bruno.
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Manuscrito de Tom Jobim. Guia de orquestração para o maestro Leo Peracchi elaborar o arranjo de orquestra para o LP "Por toda minha vida", com a cantora Lenita Bruno, 1959.No compasso 19 (o último da quarta pauta) Tom se esqueceu de escrever a cifra do acorde, um Ré maior: D7+ (ou Dmaj7).Esta partitura inclui o lindíssimo interlúdio em Lá menor, só com a orquestra, que começa na sexta pauta. Depois, volta o canto.
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Informações incontrados no site “Clube do Tom”, quer saber mais, clique aqui.

A Musica Eu Não Existo Sem Você
do album Por Tôda Minha Vida (1959)
está no
Rádio Martoni ‘08


Eu Não Existo Sem Você

Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Qua nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos me encaminham pra você

Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você
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Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você
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Kuarup Discos encerra suas atividades


Ontem recebi de Kuarup Discos uma mensagem com o seguinte texto:


Depois de 31 anos dedicados à melhor música brasileira, a gravadora independente carioca Kuarup Discos decidiu encerrar suas atividades nesta virada de ano. Ao longo dos últimos anos, as vendas de produtos físicos sofreram queda vertiginosa, nem de longe compensada pelas vendas por download. Entendemos que a crise do CD é irreversível e tornou inviávelnosso modelo de negócio, inteiramente calcado na produção e comercialização de música de qualidade.


Agradecemos aos nossos amigos, funcionários, representantes, clientes efornecedores, e sobretudo aos nossos artistas, que continuarão a carregar a bandeira desta música brasileira que ajudamos a divulgar durante todos estes anos.


Kuarup Produções Ltda/ Kuarup Discos


Gostaría de receber comentários a respeito deste encerramento.


Um abraço, Martoni